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Governador de Minas Gerais exalta os trabalhos realizados na decoração interna do Palácio da Liberdade

“Todos que estamos aqui, no Palácio da Liberdade, temos o mesmo sentimento. Chega a ser emocionante. Nós vermos a capacidade que Minas Gerais está tendo de recuperar a sua história, o seu patrimônio. O Palácio da Liberdade talvez seja o maior dos símbolos de Minas Gerais. E, portanto, essa recuperação total do Palácio da Liberdade é, de alguma forma, também a recuperação e o resgate da nossa própria história.  Eu estou absolutamente impressionado com a capacidade que o Iepha e a Oficina de Restauro estão tendo de identificar acervos, pinturas, painéis, que para muitos sequer existiam, e recuperá-los. Eu diria até mesmo com alguma rapidez. É um trabalho extremamente metódico, artesanal, mas que está sendo feito com extrema eficiência.

E dentre muito pouco tempo, no ano que vem, muito provavelmente, nós estaremos entregando novamente à população de Minas Gerais, inclusive para visitação, o Palácio da Liberdade, totalmente recuperado e incorporado a esse grande circuito cultural no qual está se transformando a Praça da Liberdade. Portanto, é uma transformação pelos próximos séculos, sem qualquer ambição excessiva, que demarcará o reencontro de Minas Gerais com a sua história.

A Praça da Liberdade, tendo o Palácio da Liberdade como o seu foco maior, se transformará numa grande referência cultural. Aí sim, para o resgate da nossa história, para que espaços para as várias manifestações culturais de Minas Gerais possam alcançar o Brasil e o mundo. 

Eu diria que nós estamos fazendo grandes obras em todo o Estado de Minas Gerais, mas essa é uma obra que fala ao meu coração porque é o resgate do início da história e das melhores tradições de Minas Gerais.”

Alguma surpresa? E as histórias de fantasmas (no Palácio da Liberdade) que as pessoas falavam?

“Não. Só surpresas positivas. Nós estamos aqui reencontrando acervos, pinturas do início do século passado e que eram desconhecidas inclusive para os historiadores. E todas elas sendo recuperadas. Eram várias camadas de pinturas, que estavam em cima das pinturas originais, que estão sendo retiradas com extremo cuidado para que as pinturas originais possam novamente prevalecer.

Portanto, é uma obra que eu não sei se em qualquer outro tempo foi feita em Minas Gerais com essa qualidade, com essa técnica extremamente avançada, que não perde para nenhuma parte do mundo. Eu quero aqui fazer esse registro. É algo realmente impressionante. Eu estou extremamente feliz e emocionado. Eu que tive a oportunidade de trabalhar aqui, no início do governo, vou ter a oportunidade de abrir as portas do Palácio da Liberdade para a população de Minas Gerais dentro de um espaço de tempo extremamente curto. 

Eu quero cumprimentar a secretária de Cultura, Eleonora Santa Rosa, o presidente do Iepha, Octávio Elísio, e toda a sua equipe, a Oficina de Restauro pelo empenho. Eu acho que cada um entrega aqui um pouco da sua alma e da sua emoção. Ninguém constrói uma obra como essa, de restauro, que demanda tanta dedicação, sem colocar nisso o coração. Eu acho que todos que estão trabalhando aqui se sentem um pouco parte dessa história e, por isso, que isso aqui sempre terá uma parcela do coração e da alma de cada um dos mineiros.”

Noticia publicada no dia 07/10/2005 no website da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais. 

 

 

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